segunda-feira, 30 de junho de 2008

O Coletivo Vidágua Aumentou!

Olá!


Passada uma semana da Inauguração do nosso Blog e já temos uma nova colaboradora!!!




Agora, o VidÁgua&Floresta também conta com a participação de Ivy Wiens, que abrirá as discussões da semana escrevendo sobre Políticas Públicas.

A primeira postagem já foi feita, Confira o post abaixo!


>>>Fique de olho nas Colunas:


_às Segundas:
Ivy - Políticas para preservar a Água&Floresta

_às Terças:
Fernanda - "Nós, a Água e a Floresta"

_às Quartas:
Katarini - "ComunicaçãoMídiaAmbiente&Diversidade"

_às Quintas:
Ivan - "Água e Floresta: Que educação é esta?"

_às Sextas:
Ani e Camila - "Mitos e Meios Ambientes"

BATALHA!!!

Políticas para preservar a Água&Floresta - Ivy


Quem não tem alguma história envolvendo um rio? Histórias de infância, de pescaria, de acampamento, enfim, todos nós temos “um rio que passou em nossas vidas”, parafraseando a canção, hehehe.

Existe um rio que é muito importante pra mim: o Batalha! Quando eu cheguei ao Vidágua como voluntária, no começo de 2000, o escritório era dividido com outra ong, o Fórum Pró-Batalha, uma instituição preocupada em recuperar as matas ciliares desse rio que nasce em Agudos (olha só a nascente dele aí do lado!) e que encontra o Tietê na altura de Uru. Conhecendo a história do rio, sua nascente e a situação em que o coitadinho se encontrava, e pensando ainda que naquela época mais da metade da água que abastecia Bauru vinha dele, me apaixonei!!!! Em 2002, participei de uma Expedição Ecológica do Vidágua em parceria com a Escola Guedes de Azevedo, que percorreu o rio por três dias. Fomos remando em botes e acampando durante a noite, muito legal, e aí deu pra sentir bem os problemas (lançamento de esgoto, assoreamento, falta de mata ciliar) e as belezas do Batalha.

O que fazer pra que o rio não acabe e que suas belezas permaneçam??? Ele precisa de estudos, de planejamento, de legislação e de pessoas que cuidem dele, fiscalizando e recuperando. Por isso, desde 1996 existem leis específicas sobre o Batalha, como a que criou a Área de Proteção Ambiental (APA) no âmbito estadual. Por esse motivo também na mesma época foi criado o Comitê da Bacia Hidrográfica Tietê-Batalha, que reúne pessoas do governo, das instituições de pesquisa e da sociedade civil para discutir investimentos e diagnósticos, melhorando a qualidade e o uso dos recursos hídricos. Esses são exemplos de políticas públicas de defesa da água! E, por que não, da floresta?

Curiosidade: o Batalha tem esse nome porque os índios kaigang, que viviam às suas margens, batalharam para não perder seu território durante a ocupação da “civilização”. Precisamos continuar essa batalha, em pról do rio, para que ele não vire apenas uma lenda!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Começando ...

Mitos e Meios Ambientes - Camila e Ani.

E chega sexta-feira ! cheiro de boêmia no ar, início do descanço semanal da maioria ,e, dia de escrever para o Blog do VIDÁGUA, dia da Camila e da Ani postarem aqui.
Como é a nossa estréia acho uma boa o texto ser mais pessoal mesmo, falando um pouco da gente, ou melhor de mim, porque a Ani teve que viajar e me deixou aqui com um blog para atualizar, maaaas tudo bem,! acho que para primeira vez dou conta!
Bom, Camila, 20 anos, estudante na cidade de Bauru , estagiária do VIDÁGUA. Como que eu cheguei até a ONG? No primeiro ano de faculdade me falaram dela e que tinha gente formada pela Unesp/Bauru trabalhando aqui. Desde aquele dia o nome VIDÁGUA ficou na minha cabeça, o ambiente do terceiro setor sempre me encantou, e daí foi pensamento positivo, chance certa em boa hora e hoje estou aqui, escrevendo no blog .
O tema Meio Ambiente sempre esteve presente na minha vida, pai agrônomo, daqueles que conversa com árvores...ai já viu né!!? A menina aqui foi crescendo, crescendo... ainda não falo com árvores, mas comecei a me questionar sobre o papel delas no meu cotidiano e o quanto o meu cotidiano interfere no papel dessas. Ah! e que fique bem claro, que uso árvores como figura de linguagem, metonímia, a parte pelo todo, e o todo aqui, é todo esse espaço natural que está se extinguindo pelas nossas mãos.
Começar a me entender como ser humano participante de toda uma engrenagem ambiental, e não como gerenciador dela, é talvez o ponto de partida para nos enxergamos como parte integrante da lógica auto-sustentável do Meio Ambiente.
Aliás, gosto muito de combinações sustentáveis, me suscita uma via de mão dupla, onde se dá e se recebe ao mesmo tempo, há plantação e colheita, de forma mútua e inteligente. Acho que é assim que a gente deveria começar a pensar sobre o meio verde que nos cerca.
Para plantar a sementinha do sustentável, deixo uma boa sugestão abaixo, com bons textos com boa gente escrevendo. Vale a pena dar uma conferida
http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/sustentabilidadee/

Ah! mais uma sugestão, de cunho musical agora. Como uma viciada em música, compartilho alguns sons meus. Esse ai é de uma banda com um tempero bucólico. Vale também...
www.myspace.com/supercordas


Prazer escrever aqui,
Inté semana que vem
camila

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O desafio está lançado!!!

Água e Floresta, que educação é essa? - Ivan

Dos trinta anos de vida vividos, vinte e sete passei em sala de aula, inclusive até hoje freqüento a universidade. Nesse tempo todo, estudando tanto na rede pública como na rede privada de ensino, pude observar as mudanças no ensino durante essas três décadas. Muita coisa boa aconteceu: a melhoria da infraestrutura escolar, os métodos avaliativos, a tecnologia a serviço da educação, a substituição de cobaias por programas computacionais, as visitas “in loco”, a relação dos alunos com os próprios alunos, a inserção da família na escola, enfim... são inúmeros fatores que contribuíram e contribuem com essas conquistas, inclusive o professor. E o ensino de temas ambientais ainda é pouco freqüente tanto no ensino fundamental e médio, como no ensino superior, que inclusive é mais carente de grades curriculares que constam as disciplinas ambientais em seu calendário escolar.

Essa defasagem faz com que os novos profissionais não tenham uma percepção ambiental ideal e assim deixem de adotar posturas condizentes com as questões ambientais o que acaba implicando na persistência de problemas ambientais. O que nos mostra essa realidade foi um estudo apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente em 2007 que apontou que o brasileiro não associa as questões de saúde, educação e cultura às questões ambientais, pois julga que meio ambiente é somente a fauna e a flora, deixando de lado o Ser Humano.

Esse é um dado preocupante pois, o mundo moderno discute tanto as questões ambientais que em alguns países (desenvolvidos europeus) essa prática já está enraizada na mente das pessoas e no Brasil ainda percebemos que essa temática é um desafio a ser alcançado.

E nós, o que temos feito para contribuir com as questões ambientais? Você, já fez algo hoje que tenha contribuído direta ou indiretamente com o meio ambiente?

Na semana que vem veremos algumas ações que podemos fazer para contribuir com o meio ambiente.

Até lá, abs...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Vidágua e Fuá com Batuque



Mais um post:

O Vidágua fechou uma parceria com o pessoal do Fuá com Batuque e do Núcleo de Artes Rômulo Cavalcante para um evento de samba de raiz neste domingo, 29, o convite está aí do lado.

Vamos plantar árvores, distribuir materiais e tentar comercializar algumas coisas também. O Espaço é muito bacana, vale a pena conhecer, e a entrada para ouvir uma boa música, numa bela área verde é só 7 reais:

Só para aguçar, olha foto do local!

As informações são com o James , gente boníssima que conhecemos hoje:
8133-9475

Mergulhando na Água e Floresta – o salto de estréia

Katarini em ComunicaçãoMídiaAmbiente&Diversidade

Nossa! estava super ansiosa para iniciar este blog. Confesso que já tive outras duas tentativas de entrar na blogosfera, mas não consegui. Falta de tempo, de assunto, de compromisso... mas agora vou mergulhar definitivamente nos temas Água, Floresta, comunicação, meio ambiente, que são na verdade, os assuntos que norteiam minha vida.

Há pelo menos 5 anos venho pesquisando a cobertura das notícias ambientais em jornais impressos – na iniciação cientifica, no trabalho de conclusão do curso de jornalismo, e agora no mestrado. Mas meu interesse anda mudando (pouco), e recentemente ando lendo e me inteirando bastante a respeito da comunicação virtual sobre meio ambiente e o ciberativismo. Outras temáticas que me interessam muito são o consumo consciente, responsabilidade ambiental, design e moda sustentável etc e etc e etc que vou começar a comentar por aqui.


Pra começar vou indicar meus sites de cabeceira, além do Vidágua (www.vidagua.org.br) e dos projetos da ONG, claro! (e porque na maioria eu faço as atualizações) , indico www.ecoblogs.com.br; www.akatu.net, www.greenpeace.org.br , www.envolverde.com.br; www.rebia.org.br, e tem outros...aguardem!

Bom, então é se preparar para mergulhar na vida, na água e na floresta. Antes disso vou compartilhar um pouco do conceito de blog colocado por Alex Primo, que inclusive, mantém um blog (?) super bacana: alexprimo.com

Ele lembra que os blogs remontam os diários pessoas, permitem uma proximidade maior, o debate pontual das questões, e interações mútuas num processo de escrita coletiva, e faz um adendo sobre essa cibercultura:

“É preciso destacar que além de maximizar sobremaneira o número de fontes de informação, a cibercultura abre espaços de participação e livre expressão. Esta interação, contudo, não pode ser pensada apenas como forma de resistência à grande mídia, como supõem os discursos mais panfletários. O que se quer aqui defender é que os meios digitais rearticulam a estrutura midiática da contemporaneidade”

É isso que eu espero também!
Vamos dar caras e cores de blog a este espaço. Aguardo comentários
Forte abraço!