Políticas pela preservação da Água&Floresta - Ivy
Olá, pessoas! Como eu já havia adiantado para vocês, estou partindo para um novo desafio: coordenar a Campanha Cílios do Ribeira, uma iniciativa do Vidágua e do Instituto Socioambiental (www.ciliosdoribeira.org.br). Desde sexta-feira já não estou em Bauru, depois de 13 anos na cidade sanduíche.
Amo o Cerrado, mas agora a Mata Atlântica será o meu foco, e com muitos desafios pela frente, especialmente a mobilização de comunidades tradicionais, produtores rurais, mineradores, órgãos públicos, instituições de pesquisa e ong's.
Já estou a todo vapor por aqui, e espero que vocês atendam ao chamado do Vidágua e comecem a contribuir com sugestões de pautas, textos e muita interatividade!!!
Um abraço forte e saudoso para todos vocês!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
O futuro está nas mãos de quem?
Fernanda Abra em: informação e Educação - o caminho para solução
"De acordo com uma pesquisa recente, o maior público culpado por desperdiçar maior quantidade de água e energia são os jovens com até 25 anos. A razão disso é que a maioria não faz a menor idéia de quanto cada atividade em casa utiliza de água e energia. E ainda assim, este corresponde ao grupo mais informado quando se fala em aspectos ambientais. Será que podemos considerar neste caso a idéia de que os jovens são a esperança do futuro?" (ambientebrasil.com.br)

Lendo as reportagens do site postado como fonte da matéria fiquei surpresa com o título e mais surpresa ainda com o conteúdo da matéria. Como é que o grupo mais informado da socieade sobre questões ambientais são os que apresentam menos atitudes contra o desperdício?
Devemos conhecer mais os jovens dessa geração e se realmente são eles que não desempenham atitudes ambientais sustentáveis, devemos reconhecer onde estão as falhas - em que parte do processo da educação ambiental eles se perderam ou não entenderam.
Eu ainda acredito que as crianças e os jovens são grandes agentes ambientais!
No príodo de execução do projeto Curta Ambiente, uma aluna chamada Mariana da escola Ayrton Bush deu o depoimento de que a sua mãe a elogiou quanto ao uso racional da água pra tomar banho e lavar as louças. Ela ainda disse que antes do projeto não tinha a consciência da proteção da água quanto um recurso tão importante. Lavava as louças com a torneira aberta o tempo todo, mas depois que ela entendeu que o recurso é escasso e que a continuidade dele depende das nossas pequenas ações do dia a dia, ela passou então, a ensaboar toda a louça e depois enxaguar tudo de uma só vez.
São pequenos hábitos, pequenas mudanças que fazem a diferença!
Bejinhus!
"De acordo com uma pesquisa recente, o maior público culpado por desperdiçar maior quantidade de água e energia são os jovens com até 25 anos. A razão disso é que a maioria não faz a menor idéia de quanto cada atividade em casa utiliza de água e energia. E ainda assim, este corresponde ao grupo mais informado quando se fala em aspectos ambientais. Será que podemos considerar neste caso a idéia de que os jovens são a esperança do futuro?" (ambientebrasil.com.br)

Lendo as reportagens do site postado como fonte da matéria fiquei surpresa com o título e mais surpresa ainda com o conteúdo da matéria. Como é que o grupo mais informado da socieade sobre questões ambientais são os que apresentam menos atitudes contra o desperdício?
Devemos conhecer mais os jovens dessa geração e se realmente são eles que não desempenham atitudes ambientais sustentáveis, devemos reconhecer onde estão as falhas - em que parte do processo da educação ambiental eles se perderam ou não entenderam.
Eu ainda acredito que as crianças e os jovens são grandes agentes ambientais!
No príodo de execução do projeto Curta Ambiente, uma aluna chamada Mariana da escola Ayrton Bush deu o depoimento de que a sua mãe a elogiou quanto ao uso racional da água pra tomar banho e lavar as louças. Ela ainda disse que antes do projeto não tinha a consciência da proteção da água quanto um recurso tão importante. Lavava as louças com a torneira aberta o tempo todo, mas depois que ela entendeu que o recurso é escasso e que a continuidade dele depende das nossas pequenas ações do dia a dia, ela passou então, a ensaboar toda a louça e depois enxaguar tudo de uma só vez.
São pequenos hábitos, pequenas mudanças que fazem a diferença!
Bejinhus!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Katarini em ComunicaçãoMídiaAmbiente&Diversidade
ainda é quarta-feira!
Como disse, estou tentando retomar a rotina normal, mas não é tão simples assim...Bom, defendi o mestrado e mais uma etapa se finda. Na minha dedicatória, agradeci imensamente as pessoas que colaboraram direta e indiretamente com meu trabalho, mesmo que me ouvindo, dando apoio moral, e reitero aqui para todo este coletivo. Para ilustrar a dissertação utilizei um trecho do livro do Leonardo Boff "Ecologia, Mundialização e Espiritualidade", onde estão os ideais e a religião que eu realmente acredito: engajada com as questões ambientais e sociais. Aproveito o espaço para deixar os trechos como reflexão:
"Meio ambiente não apenas com animais, plantas e pureza da atmosfera, mas com as relações solidárias e globias do ser humano com a natureza. A verdadeira concepção ecológica é sempre holística e supõe uma aliança de solidariedade para com a natureza".
"A questão ecológica nos remete para um novo patamar da consciência mundial: a importância da Terra como um todo, o destino comum da natureza e do ser humano, a interdependência reinante entre todos, o risco apocalíptico que pesa sobre o criador. Os seres humanos podem ser homicidas e genocidas como a história tem mostrado, e podem também ser biocidas, ecocidas e geocidas".
"Somente assim a sociedade será plenamente humana. O ser humano necessita tanto de pão quanto de beleza. Deve realizar todo o possível e ainda um pouco do impossível, pois é chamado sempre a ultrapassar os limites e a transgredir as barreiras impostas... A nova ordem ética deve encontrar sua centralidade. Deve ser ecocêntrica, deve visar o equilíbrio da comunidade terrestre".
Bom resto de semana a todos e aguardem que teremos novidades no blog!!!
bjomeliga!
ainda é quarta-feira!
Como disse, estou tentando retomar a rotina normal, mas não é tão simples assim...Bom, defendi o mestrado e mais uma etapa se finda. Na minha dedicatória, agradeci imensamente as pessoas que colaboraram direta e indiretamente com meu trabalho, mesmo que me ouvindo, dando apoio moral, e reitero aqui para todo este coletivo. Para ilustrar a dissertação utilizei um trecho do livro do Leonardo Boff "Ecologia, Mundialização e Espiritualidade", onde estão os ideais e a religião que eu realmente acredito: engajada com as questões ambientais e sociais. Aproveito o espaço para deixar os trechos como reflexão:
"Meio ambiente não apenas com animais, plantas e pureza da atmosfera, mas com as relações solidárias e globias do ser humano com a natureza. A verdadeira concepção ecológica é sempre holística e supõe uma aliança de solidariedade para com a natureza".
"A questão ecológica nos remete para um novo patamar da consciência mundial: a importância da Terra como um todo, o destino comum da natureza e do ser humano, a interdependência reinante entre todos, o risco apocalíptico que pesa sobre o criador. Os seres humanos podem ser homicidas e genocidas como a história tem mostrado, e podem também ser biocidas, ecocidas e geocidas".
"Somente assim a sociedade será plenamente humana. O ser humano necessita tanto de pão quanto de beleza. Deve realizar todo o possível e ainda um pouco do impossível, pois é chamado sempre a ultrapassar os limites e a transgredir as barreiras impostas... A nova ordem ética deve encontrar sua centralidade. Deve ser ecocêntrica, deve visar o equilíbrio da comunidade terrestre".
Bom resto de semana a todos e aguardem que teremos novidades no blog!!!
bjomeliga!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Nós, a Água e a Floresta

Leis, meio ambiente e ambientalistas.
Dia a dia, novas leis ambientais são sancionadas. Isto é bom? Em geral, sim. Significa que existe uma preocupação com a questão. A sociedade, conhecendo mais seus direitos, no caso o direito a um meio ambiente equilibrado e saudável, pressiona nossos administradores públicos e o poder legislativo a criar normas de proteção.
Por outro lado, é preciso muito cuidado com interesses pessoais. O direito ambiental é um direito difuso, o que quer dizer que não deve atender interesses individuais ou de grupo. O foco do direito ambiental é toda sociedade, portanto, uma lei ambiental deve sempre visar o bem comum.
Existe muita reclamação de que as leis ambientais atendem a interesses dos ambientalistas. Em geral, essas reclamações partem dos ruralistas que alegam que os ambientalistas desconhecem a realidade do produtor e pressionam a edição de leis que prejudicam os produtores rurais. Outros segmentos também protestam.
É claro que, embora a proteção total do meio ambiente seja impossível, existe um meio termo onde se consegue o desenvolvimento e o exercício das atividades econômicas, sem degradar o meio e prejudicar a qualidade de vida no planeta ou a existência da vida no futuro.
Vivo entre ambientalistas e sei que a maioria trabalha por ideal. Grande parte das ONGs e as Redes de Proteção, como Mata Atlântica e Cerrado, vivem hoje com bastante dificuldade e só sobrevivem graças a doação de seus integrantes.
Como em tudo na vida, temos que saber separar o trigo do joio. Pessoalmente, acredito que as normas ambientais são criadas, levando em consideração o bem comum. E, na dúvida, sigo o princípio da precaução: é melhor prevenir que remediar.
Quanto às ONGs, são formadas por pessoas e, portanto, sujeitas a falhas. Estou com o Vidágua, porque acredito em suas propostas e sei do esforço de cada um de seus integrantes, para manter a organização viva e atuante de forma honesta.
Dia a dia, novas leis ambientais são sancionadas. Isto é bom? Em geral, sim. Significa que existe uma preocupação com a questão. A sociedade, conhecendo mais seus direitos, no caso o direito a um meio ambiente equilibrado e saudável, pressiona nossos administradores públicos e o poder legislativo a criar normas de proteção.
Por outro lado, é preciso muito cuidado com interesses pessoais. O direito ambiental é um direito difuso, o que quer dizer que não deve atender interesses individuais ou de grupo. O foco do direito ambiental é toda sociedade, portanto, uma lei ambiental deve sempre visar o bem comum.
Existe muita reclamação de que as leis ambientais atendem a interesses dos ambientalistas. Em geral, essas reclamações partem dos ruralistas que alegam que os ambientalistas desconhecem a realidade do produtor e pressionam a edição de leis que prejudicam os produtores rurais. Outros segmentos também protestam.
É claro que, embora a proteção total do meio ambiente seja impossível, existe um meio termo onde se consegue o desenvolvimento e o exercício das atividades econômicas, sem degradar o meio e prejudicar a qualidade de vida no planeta ou a existência da vida no futuro.
Vivo entre ambientalistas e sei que a maioria trabalha por ideal. Grande parte das ONGs e as Redes de Proteção, como Mata Atlântica e Cerrado, vivem hoje com bastante dificuldade e só sobrevivem graças a doação de seus integrantes.
Como em tudo na vida, temos que saber separar o trigo do joio. Pessoalmente, acredito que as normas ambientais são criadas, levando em consideração o bem comum. E, na dúvida, sigo o princípio da precaução: é melhor prevenir que remediar.
Quanto às ONGs, são formadas por pessoas e, portanto, sujeitas a falhas. Estou com o Vidágua, porque acredito em suas propostas e sei do esforço de cada um de seus integrantes, para manter a organização viva e atuante de forma honesta.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Certificação LIFE
Informação e Educação: o caminho para a solução!
Como a Katarini mensionou, o Peru e a Bolívia são países com uma biodiversidade biológica tão grande quanto a do Brasil, nós possuímos em comum alguns biomas e também partilhamos algumas espécies da fauna e da flora!
Mas o Brasil tem estado na frente no que cerne a proteção da biodiversidade; diversos programas e projetos do MMA já contemplam uma série de demandas do país em todos os biomas e com proteção especial a algumas espécies ameaçadas.
Tivemos uma mudança do repasse das competências de fauna do Ibama para o novíssimo CBRN (Coordenadoria da biodiversidade e recursos naturais). No começo pareceu estranho o repasse federal para o estado mas esperamos que a fauna seja amaior beneficiada - a secretaria estadual é mais aparelhada e foram recrutados novos funcionários para o trabalho.
Faço votos que dê certo!
Mais o que gostaria de postar mesmo, é sobre a certificação LIFE (Lasting Iniciative for Earth):
"Uma Declaração Nacional para Negócio e Biodiversidade foi assinada nesta sexta-feira em Curitiba (PR) por representantes do Governo Federal, setor empresarial e organizações da sociedade para selar o compromisso de lançamento no Brasil da certificação Life. Com a chancela do Ministério do Ministério do Meio Ambiente, a certificação, idealizada por organizações não governamentais, tem por objetivo ser um instrumento de gestão para reconhecimento de iniciativas empresariais em defesa da biodiversidade. Inédita no Brasil e no mundo, a certificação Life quer reconhecer e premiar com acesso a capitais e posicionamento de mercado empresas que, ao longo dos anos, vêm promovendo ações em defesa da biodiversidade.
A metodologia utilizada para a certificação permite que qualquer organização, de distintas naturezas de operação dentro dos setores primário, secundário e terciário e de qualquer porte, como as micro, pequena, média e grandes empresas possam se certificar. Pode, por exemplo, ser implantada em um escritório de advocacia, numa indústria ou em um empreendimento do agronegócio. Para se certificar, as empresas têm de provar que vêm desenvolvendo ações de proteção à biodiversidade em situações que envolvem aspectos legais, gestão ambiental ou de conservação da biodiversidade".
E que venham novas propostas e iniciativas!
A megabioiversidade do nosso país precisa de megas esforços!
Abraços,
Fer Abra
Como a Katarini mensionou, o Peru e a Bolívia são países com uma biodiversidade biológica tão grande quanto a do Brasil, nós possuímos em comum alguns biomas e também partilhamos algumas espécies da fauna e da flora!
Mas o Brasil tem estado na frente no que cerne a proteção da biodiversidade; diversos programas e projetos do MMA já contemplam uma série de demandas do país em todos os biomas e com proteção especial a algumas espécies ameaçadas.
Tivemos uma mudança do repasse das competências de fauna do Ibama para o novíssimo CBRN (Coordenadoria da biodiversidade e recursos naturais). No começo pareceu estranho o repasse federal para o estado mas esperamos que a fauna seja amaior beneficiada - a secretaria estadual é mais aparelhada e foram recrutados novos funcionários para o trabalho.
Faço votos que dê certo!
Mais o que gostaria de postar mesmo, é sobre a certificação LIFE (Lasting Iniciative for Earth):
"Uma Declaração Nacional para Negócio e Biodiversidade foi assinada nesta sexta-feira em Curitiba (PR) por representantes do Governo Federal, setor empresarial e organizações da sociedade para selar o compromisso de lançamento no Brasil da certificação Life. Com a chancela do Ministério do Ministério do Meio Ambiente, a certificação, idealizada por organizações não governamentais, tem por objetivo ser um instrumento de gestão para reconhecimento de iniciativas empresariais em defesa da biodiversidade. Inédita no Brasil e no mundo, a certificação Life quer reconhecer e premiar com acesso a capitais e posicionamento de mercado empresas que, ao longo dos anos, vêm promovendo ações em defesa da biodiversidade.
A metodologia utilizada para a certificação permite que qualquer organização, de distintas naturezas de operação dentro dos setores primário, secundário e terciário e de qualquer porte, como as micro, pequena, média e grandes empresas possam se certificar. Pode, por exemplo, ser implantada em um escritório de advocacia, numa indústria ou em um empreendimento do agronegócio. Para se certificar, as empresas têm de provar que vêm desenvolvendo ações de proteção à biodiversidade em situações que envolvem aspectos legais, gestão ambiental ou de conservação da biodiversidade".
E que venham novas propostas e iniciativas!
A megabioiversidade do nosso país precisa de megas esforços!
Abraços,
Fer Abra
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
De volta!!!
Nem tanto assim...
Katarini em ComunicaçãoMídiaAmbiente&Diversidade

Depois das férias, viagem de trabalho, finalização da dissertação e com a defesa de mestrado marcada para amanhã (!!!!!), estou tentando voltar a rotina normal, tentando...
Bom, amanhã encerro mais uma etapa da vida (ou começo uma nova). Depois de mais de dois anos de pesquisa sobre o tratamento midiático das questões ambientais, vou mostrar os resultados obtidos com a quantificação de 774 matérias, veiculadas de fevereiro a novembro de 2007 no jornal O Estado de S.Paulo, e análise qualitativa sistemática de 12 textos. E qual a conclusao? Sim, o assunto é pauta constante, o jornal incorporou o discurso da aparente preocupação ambiental, desenvolvimento sustentável, mas as abordagens deixam a desejar...são sempre as mesmas: catastróficas, emotivas, não contextualizam o assunto para o leitor e tratam a questão ambiental de forma isolada, fragmentada e positivista. E isso é só o começo...
Agora falando da minha viagem Bolivia-Peru, foi incrivel!!! quanta paisagem igual que conferi - a megabiodiversidade das florestas tipo Cerrado e Mata Atlântica, mas tambem o incrível altiplano Boliviano,
cerros e montanhas do Peru, e as obras do próprio homem, tão incriveis quanto...Mas o que me deixou intrigada foi que os eucaliptos estao tomando as montanhas no Peru (sim, o verde das montanhas é tomado por eucalipto!) e eles não parecem se incomodar com isso...falam com orgulho que a produção é grande mesmo e que se adaptou bem ao local (e onde ele não se adapta?) mas as consequências já são visíveis com o desbarrancamento dos morros em certas partes e os córregos e rios em situação lastimável. Não basta uma natureza privilegiada se as pessoas não estao preparadas para respeitá-la... Voltamos ao assunto.

Forte e ansioso abraço!

Depois das férias, viagem de trabalho, finalização da dissertação e com a defesa de mestrado marcada para amanhã (!!!!!), estou tentando voltar a rotina normal, tentando...
Bom, amanhã encerro mais uma etapa da vida (ou começo uma nova). Depois de mais de dois anos de pesquisa sobre o tratamento midiático das questões ambientais, vou mostrar os resultados obtidos com a quantificação de 774 matérias, veiculadas de fevereiro a novembro de 2007 no jornal O Estado de S.Paulo, e análise qualitativa sistemática de 12 textos. E qual a conclusao? Sim, o assunto é pauta constante, o jornal incorporou o discurso da aparente preocupação ambiental, desenvolvimento sustentável, mas as abordagens deixam a desejar...são sempre as mesmas: catastróficas, emotivas, não contextualizam o assunto para o leitor e tratam a questão ambiental de forma isolada, fragmentada e positivista. E isso é só o começo...
Agora falando da minha viagem Bolivia-Peru, foi incrivel!!! quanta paisagem igual que conferi - a megabiodiversidade das florestas tipo Cerrado e Mata Atlântica, mas tambem o incrível altiplano Boliviano,
cerros e montanhas do Peru, e as obras do próprio homem, tão incriveis quanto...Mas o que me deixou intrigada foi que os eucaliptos estao tomando as montanhas no Peru (sim, o verde das montanhas é tomado por eucalipto!) e eles não parecem se incomodar com isso...falam com orgulho que a produção é grande mesmo e que se adaptou bem ao local (e onde ele não se adapta?) mas as consequências já são visíveis com o desbarrancamento dos morros em certas partes e os córregos e rios em situação lastimável. Não basta uma natureza privilegiada se as pessoas não estao preparadas para respeitá-la... Voltamos ao assunto.
As fotos sao só tira a gosto!!!
Forte e ansioso abraço!
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